segunda-feira, 8 de dezembro de 2014



As tardes no parque, as noites no cinema e os domingos movidos à intermináveis conversas faziam de nós um tipo de casal, um casal meio esquisito.

Suas piadas são as piores que já ouvi, mas mesmo assim eram as que eu mais dava risada. Definitivamente você nunca foi o mais simpático ou amável carinha que passou pela minha vida, tão pouco o que eu mais gostei, mas mesmo assim éramos atraídos como a gravidade. Eu necessitava ver seu rosto e contar sobre meu dia, era viciada na sua companhia e no seu sorriso de canto.

Me sentia alguém melhor quando estava contigo. Era menos egoísta e talvez até mais feliz. Foi difícil dizer adeus a tudo que eu sentia quando você era um pouco meu e eu um pouco sua, foi difícil não correr para contar que enfim consegui assistir uma comédia romântica sem derrubar rios de lágrimas e que parei de tomar refrigerante. Foi realmente difícil dormir sem ouvir sua voz. Queria tanto contar que assisti Star Wars e que terminei de ler Senhor dos Anéis, mas você não se importa mais. Nunca me disse adeus, nunca deu uma desculpa, apenas sumiu. Parou de ligar.

Todas as minhas tentativas de entender o que aconteceu foram falhas, deixei de lado, coloquei a máscara da indiferença.

Ontem fui em uma balada, odeio baladas, mas precisava de um pouco de distração, um pouco de sorrisos. Beijei um cara qualquer e te odiei, odiei porque queria que fosse você me beijando, sinto sua falta.


Beijos
Elis




sábado, 12 de julho de 2014


E aí moçada? Quem assim como eu ama/vive/respira filmes sabe bem que todo final de semana é uma boa oportunidade para assistir aquela sessão com pipoca, e como eu amo indicar filmes estou reestreando essa TAG que é uma das mais populares do blog e uma das que eu mais gosto de fazer.
Então, não desgrude desse post que vem muita dica legal!



Precisamos Falar sobre o Kevin: É o filme que eu mais indico no momento, é uma história de suspense com uma pitada de terror e drama. O filme acontece todo em flash backs, onde você acompanha o desenvolver da história sob o ponto de vista da Eva (Tilda Swinton) feiticeira branca das Crônicas de Nárnia. Até que ponto uma mãe pode ser culpada pelos atos dos filhos? É essa pergunta que permeia as quase duas horas de filme, é simplesmente genial e a atuação dos atores está impecável.



Gravidade: Se eu pudesse descrever esse filme com uma palavra eu diria que é angustiante do começo ao fim.
Matt Kowalski (George Clooney) é um astronauta experiente que está em missão de conserto ao telescópio Hubble juntamente com a doutora Ryan Stone (Sandra Bullock). Ambos são surpreendidos por uma chuva de destroços decorrente da destruição de um satélite por um míssil russo, que faz com que sejam jogados no espaço sideral. Sem qualquer apoio da base terrestre da NASA, eles precisam encontrar um meio de sobreviver em meio a um ambiente completamente inóspito para a vida humana.



Questão de tempo: É oficialmente o filme de romance dos últimos tempos que eu mais gostei, a Rachel McAdams definitivamente nasceu para fazer filmes fofos e novamente a história é sobre um cara que viaja no tempo (coincidência?). 
Ao completar 21 anos, Tim (Domhnall Gleeson) é surpreendido com a notícia dada por seu pai (Bill Nighy) de que pertence a uma linhagem de viajantes no tempo. Ou seja, todos os homens da família conseguem viajar para o passado, bastando apenas ir para um local escuro e pensar na época e no local para onde deseja ir. A partir daí ele começa a viajar no tempo para se dar bem com as garotas (não se assuste são só duas garotas no filme todo haha).
Questão de tempo é mais do que um filme de romance, é um filme que mostra a relação de um pai e um filho, de um irmão com a irmã e de como tudo isso é tão importante como a garota dos sonhos. Preparem o lenço, pois a mensagem final é de chorar rios.

Beijo e bom filme!


O mundo todo está focado na internet e com isso os blogs e sites de entretenimento vem ganhando destaque e muitos fãs, pensando nisso vou sempre indicar alguns que visito com frequência e que gosto bastante. 
Sem mais delongas, os indicados de hoje são:




1. BuzzFeed: Tem um pouco de tudo, desde matérias engraçadas até gifs fofas de animais.



2. Ovelhas Voadoras: Assim como o BuzzFeed é um blog/site eclético.



3. Hoje é um bom dia: É daqueles blogs que quando você descobre não para mais de fuçar, tem uma variedade enorme de assuntos e os textos são bem escritos.


Beijos!


Uma amiga me deu de presente de aniversário o livro "Eleanor e Park", segundo ela a história é fofa e tem uma pegada meio John Green (autor da "Culpa é das Estrelas), mas ela estava enganada, o livro em questão não tem nada a ver com as histórias de amor contadas pelo John Green, é ainda melhor.

Eleanor é uma garota que foge do comum, ruiva, gordinha e com um estilo pra lá de inusitado, isso tudo somado a uma família desestruturada.

Park é um mestiço coreano de olhos verdes e cabelo bem cortado, que gosta de quadrinhos, bandas legais e taekwondo, tem uma família perfeita e não é zoado porque quando era mais novo namorou a menina mais popular e insuportável da escola.

Eleanor e Park são tão diferentes e tão parecidos que fica difícil não se apaixonar por eles e pela história de amor que começa no ônibus escolar, quando a "ruivona" lê por cima do ombro os gibis do "mestiço idiota," e aí começa uma série de gestos fofos até que - UOU para tudo - aquela sensação maravilhosa do primeiro amor toma conta dos dois e da gente também, porque esse é o diferencial do livro, faz o leitor se sentir no lugar dos personagens e parte da história, é demais.

Rainbow Rowell construiu tão bem o livro como um todo que os personagens parecem saltar das páginas a cada novo capítulo, vivem dramas tão corriqueiros da nossa vida real que você na metade do livro vai se perguntar se Eleanor e Park realmente existem ou se são apenas frutos da imaginação de uma autora que escreve sobre gente comum como você ou eu.

Eleanor e Park além de uma bela história contada sob dois pontos de vista é também a constatação de que ninguém está imune ao amor e aos sofrimentos decorrentes dele e dos problemas familiares. O livro é tão puro e sincero que mesmo depois do fim você ainda passa dias pensando nos "porquês" disso ou daquilo e reflete sobre os temas polêmicos que são abordados tão sutilmente.
Eu amei e super recomendo, é uma leitura fácil e gostosa, é o tipo de livro que ou se ama ou se ama. Ah, e antes que eu me esqueça "Eleanor e Park" vai ser adaptado para o cinema, ou seja, muito mais fofura à vista.

Beijo e boa leitura!


 
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